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30.03.2015

No jornal O Estado de S. Paulo (Caderno Aliás) deste sábado, dia 28 de abril,  a geneticista Mayana Zats, diretora do CEHG-CEL discorre sobre os testes genéticos e os dilemas éticos, no momento em que repercute a decisão da atriz Angelina Jolie.

Veja o link do artigo do Caderno Aliás      

30.03.2015

O Professor Marc Peschanski realizará o seminário “Cell therapies at l-Stem, ongoing programs and strategic considerations” no próximo dia 7 de abril às 11 horas. No período da tarde haverá discussão com os alunos interessados. 

O Professor Marc Peschanski é biológo e neurofisiologista, Diretor de pesquisa no Instituto Nacional da Saúde e da Pesquisa Médica (INSERM). Especialista das doenças neurodegenerativas, é Diretor científico do Instituto I-Stem (Instituto das Células-tronco para o Tratamiento e o Estudo das Doenças Monogênicas) Criado em 2005 pela Associação francesa contra as Miopatias (AFMTéléthon) e o Instituto Nacional da Saúde e da Pesquisa Médica (INSERM), o I-Stem conta hoje com 80 pesquisadores, engenheiros e técnicos divididos em cerca de dez equipes de pesquisas em terapia contra as doenças genéticas.  

 

26.03.2015

Quando Jolie extraiu as mamas, muitas pacientes com câncer mamário procuraram os médicos para saber sobre os testes.

No último dia 24 de março, alguns jornais publicaram que a atriz e cineasta Angelina  Jolie retirou os ovários e as trompas.  O motivo da sua decisão foi um teste genético feito anos atrás e que apontava uma mutação no gene BRCA1, cuja a função é impedir o surgimento de tumores através de reparos no DNA, mas quando danificado age de forma contrária. 
Sobre esta notícia, foi   publicado no jornal o Estado de S.Paulo hoje,  dia 27 de março, a  seguinte nota da geneticista Mayana Zatz:

"Angelina Jolie reabre  o debate sobre o câncer de mama e ovário. Sua decisão de retirar os ovários e trompas foi correta? A questão é:  Quem deve ser testado? O câncer de mama atinge 1 em cada 10 mulheres e 90% dos casos não são hereditários. Por isso, só recomendamos o teste para mulheres com história familiar de câncer de mama ( como o caso de Angelina Jolie) ou com câncer muito precoce ( antes dos 40 anos). Esse e outros testes genéticos deveriam ser cobertos pelo SUS.  Poder prevenir o aparecimento de um câncer, além de evitar  a morte precoce de pessoas portadoras de mutações, traria uma economia gigantesca em custos hospitalares. Enquanto isso não ocorre, o Centro do genoma Humano da USP oferece os testes genéticos para várias  formas de câncer hereditário pelo preço de custo dos reagentes. "

Mayana Zatz
Professora titular de Genética
Coordenadora - Centro do Genoma Humano e células-tronco (CEGH-CEL)
Universidade de S. Paulo
Email:mayazatz@usp.br

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