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16.12.2015

O que duas pesquisadoras do Centro de Pesquisa sobre o Genoma Humano têm a ver com o Museu do Amanhã?

Com inauguração marcada para os dias 18 e 19 de dezembro de 2015, o Museu do Amanhã, localizado na cidade do Rio de Janeiro, tem a proposta de fazer com que o público tenha contato com o passado e o presente e possa imaginar todas as possibilidade de futuro para os próximos 50 anos,  tudo por meio de instalações  interativas, jogos e ambientes audiovisuais imersivos.

Ele será o primeiro museu de ciência atualizável do Brasil. Para conceber os conteúdos para tantos temas variados nas áreas de ciência e tecnologia, os organizadores buscaram reunir uma equipe com mais de 30 consultores brasileiros e internacionais de diversas áreas, como o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), Massachusetts Institute of Techonology (MIT), e Universidade de São Paulo, esta representada pelas duas pesquisadoras do CEGH-CEL, Eliana Beluzzo Denssen, responsável pela Educação e Difusão, e Mayana Zatz, coodenadora do Centro. Elas são consultoras de conteúdo cosmos e terra.  O Museu do Amanhã ainda tem Terra, Antropoceno e Amanhã e Nós.   

O Museu do Amanhã está instalado num prédio desenhado pelo espanhol Santiago Calatrava, um dos arquitetos mais respeitados do mundo. As obras da fundação do Museu começaram em 2010 e a construção, em novembro de 2011. Ele foi um presente para o Rio em razão das Olimpíadas de 2016.

Saiba mais:

http://museudoamanha.org.br/

https://www.youtube.com/watch?v=akW1eEu1VG8

https://www.youtube.com/watch?v=xhMQI3Nmw4U

16.11.2015

Dois cães chamados Ringo e Suflair,  da raça Golden Retriever, foram diagnosticados com distrofia muscular desde que eram filhotes. Ao longo da vida, porém, não tiveram quase nenhum sintoma da doença.  Eles eram tratados pela equipe de pesquisa da geneticista Mayana Zatz, também coordenadora do Centro de Pesquisa sobre Genoma Humano e Células-Tronco.

Foram mais de 8 anos investigando o que protegia a musculatura desses animais, até os pesquisadores encontraram o gene Jagged1. Nos cães Ringo e Suflair, esse gene está mais ativado e produz mais proteínas que o normal, desencadeando  um mecanismo que ajuda a mascarar a distrofia.

Saiba mais sobre essa pesquisa acessando os links:
 

http://www.cell.com/cell/abstract/S0092-8674(15)01405-1
 

http://www.nature.com/news/puppy-bred-to-have-muscular-dystrophy-saved-b...

 
http://revistapesquisa.fapesp.br/2015/11/12/novos-achados-geneticos/
 
 
http://sites.usp.br/distrofia/

 

 

mrcm 16/11/2015

18.09.2015

                                                                                                

 

O  livro enfatiza a importância de células-tronco obtidas de pacientes como ferramenta de investigação de doenças genéticas humanas para as quais ainda não há tratamentos eficazes disponíveis.  Ele traz vários exemplos do uso da tecnologia de células iPS, uma recente descoberta científica reconhecida pelo Prêmio Nobel, para geração de células pluripotentes específicas de pacientes, a partir das quais vários outros tipos de células especializadas, envolvidas em uma determinada doença, podem ser obtidos. São abordados transtornos psiquiátricos, doenças neurodegenerativas, doenças cardíacas e distrofias musculares, entre outros tópicos. 

A obra é indicada para alunos de pós-graduação, cientistas e médicos interessados em aplicações deste emergente campo de pesquisa em modelagem de doença, desenvolvimento de medicamentos e questões atuais em medicina regenerativa.

 

 

Saiba mais:

http://www.springer.com/us/book/9783319183138

 

 

22/09/2015

 

 

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