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16.11.2015

Dois cães chamados Ringo e Suflair,  da raça Golden Retriever, foram diagnosticados com distrofia muscular desde que eram filhotes. Ao longo da vida, porém, não tiveram quase nenhum sintoma da doença.  Eles eram tratados pela equipe de pesquisa da geneticista Mayana Zatz, também coordenadora do Centro de Pesquisa sobre Genoma Humano e Células-Tronco.

Foram mais de 8 anos investigando o que protegia a musculatura desses animais, até os pesquisadores encontraram o gene Jagged1. Nos cães Ringo e Suflair, esse gene está mais ativado e produz mais proteínas que o normal, desencadeando  um mecanismo que ajuda a mascarar a distrofia.

Saiba mais sobre essa pesquisa acessando os links:
 

http://www.cell.com/cell/abstract/S0092-8674(15)01405-1
 

http://www.nature.com/news/puppy-bred-to-have-muscular-dystrophy-saved-b...

 
http://revistapesquisa.fapesp.br/2015/11/12/novos-achados-geneticos/
 
 
http://sites.usp.br/distrofia/

 

 

mrcm 16/11/2015

18.09.2015

                                                                                                

 

O  livro enfatiza a importância de células-tronco obtidas de pacientes como ferramenta de investigação de doenças genéticas humanas para as quais ainda não há tratamentos eficazes disponíveis.  Ele traz vários exemplos do uso da tecnologia de células iPS, uma recente descoberta científica reconhecida pelo Prêmio Nobel, para geração de células pluripotentes específicas de pacientes, a partir das quais vários outros tipos de células especializadas, envolvidas em uma determinada doença, podem ser obtidos. São abordados transtornos psiquiátricos, doenças neurodegenerativas, doenças cardíacas e distrofias musculares, entre outros tópicos. 

A obra é indicada para alunos de pós-graduação, cientistas e médicos interessados em aplicações deste emergente campo de pesquisa em modelagem de doença, desenvolvimento de medicamentos e questões atuais em medicina regenerativa.

 

 

Saiba mais:

http://www.springer.com/us/book/9783319183138

 

 

22/09/2015

 

 

18.09.2015

Foi publicada mais uma notícia sobre o nosso projeto 80+. Ele teve início em 2010, diante da perspectiva da ampliação do número de idosos e a relação da sua qualidade de vida e saúde.  A iniciativa  partiu de Mayana Zatz e começou com a seguinte questão: “Se todos vão envelhecer mais, queremos saber o que faz as pessoas envelhecerem de forma saudável”.  A notícia apresenta uma ampla exposição do projeto, a parceria como projeto Sabe da Faculdade de Saúde Pública da USP  e a participação na pesquisa do doutorando e biológo Michel Naslavsky, também vinculado ao CEGH-CEL.
 
O projeto 80+ está bem de acordo com o seu tempo e o futuro, pois segundo projeções do IBGE ( Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) indicam que, por volta de 2040, a parcela da população do País com idade de 60 anos ou mais será superior aos que terá até 20 anos. As projeções chegaram até 2060, quando os idosos representarão um terço do total dos brasileiros. 

A referida  notícia publicada no Diário Oficial do Estado de São Paulo tem o título “Pesquisas ampliam conhecimento sobre saúde do idoso em SP”.  

 

 

Saiba mais sobre o Projeto 80+ 

Projeto que estuda DNA de idosos vê relação entre educação e longevidade (Folha de S.Paulo - 16/08/2015)

 

 

18/09/2015

 

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