CEGH-CEL desenvolve pesquisa inédita

O estudo coordenado pela geneticista Mayana Zatz e  publicado pela revista Nature Communications (em 02/02/2018), trouxe o resultado de dois anos de pesquisa  para  evidências que alguns bebês são mais  suscetibilidade ao vírus da zika e que neles a síndrome tem origem genética. 

Foram  avaliados dados de 91 crianças de mães infectadas, incluindo dois pares de gêmeos monozigóticos (oriundos de um mesmo óvulo que se dividiu após a fecundação e, portanto, idênticos) e sete pares de gêmeos dizigóticos (oriundos de óvulos e espermatozoides diferentes, também chamados de gêmeos fraternos).

Uma primeira evidência para o fato genético para o desenvolvimento da síndrome congênita do Zika foi o fato de todos casos de gêmeos monozigóticos estudados serem concordantes. Quer dizer,  os bebês idênticos eram igualmente afetados pelo vírus. Já entre os dizigóticos, seis dos sete pares estudados eram discordantes (apenas um dos irmãos foi afetado). 

A maior parte da investigação foi realizada  pelo Centro de Pesquisa sobre o Genoma Humano e de Células-Tronco -CEGH-CEL, –  do IB-USP. Este Centro faz parte do CEPID, Centro de Pesquisa, Difusão e Inovação, financiado pela Fapesp .

A pesquisa também contou com a  participação de outros cientistas e pesquisadores da  Unifesp - Universidade Federal de São Paulo,  CNPEM - Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais, IQ - Instituto de Química da USP,  Instituto Butantan, Hospital Albert Einstein, Universidades federais da Paraíba -UFPB, Rio Grande do Norte -UFRN e Pernambuco -UFPE.

 

Saiba mais sobre a pesquisa, conferindo sua repercussão na mídia.

1. Rádio CBN 

2. Folha.UOL

3. Estadão online

4. New scientist

5. Globo News (1)

6. Globo News (2)

7. Jornal Nacional

8. Jovem Pan

9. Ciência Estadão

10. Folha Vitória

11. Jornal Folha de S.Paulo

12. Jornal da USP

13. TV Gazeta

14. Correio Braziliense

15. Band

16. Agência Fapesp

 

mrcm - 07/02/2018